sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Complexo de Inferioridade



"O sentimento de inferioridade secundário está associado ao adulto, que tenta alcançar uma meta que reside no inconsciente ou um pretenso êxito pessoal para suprir seu complexo de inferioridade. O espaço que separa o sujeito da realização destes objetivos causa sentimentos de frustração e incita emoções negativas e inferiores. O complexo de inferioridade está, portanto, ligado ao meio em que a criança se desenvolve, ao comportamento das pessoas com relação a ela – estes devem evitar discursos negativos e depreciativos, bem como o costume de destacar os deslizes -, à presença de determinados defeitos físicos, que provocam muitas vezes zombarias e ironias alheias, a restrições mentais deste ser e também a níveis sociais desvantajosos. Percebe-se, pelos fatores acima, que o maior algoz e adversário da nossa personalidade hoje é a opinião do outro, que pode provocar em nossas emoções distúrbios os mais variados, bem como patologias psíquicas sérias. Neste momento de ansiedade extrema, é comum inventarmos em nosso interior um super-herói, através do qual podemos atuar emocional e socialmente, com prejuízos atenuados pela nossa criação mental. Afinal, o ser humano não suporta a marginalização, a rejeição social e a solidão. "

Eu sou complexada. É fato! :'(

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terça-feira, 20 de outubro de 2009

Hélio Oiticica



Hélio Oiticica participou do movimento *neoconcretista ao lado de nomes como Lígia Clarke, Amílcar de Castro e Ferreira Gullar. E teve, recentemente, parte de seu acervo destruído em um incêncio.


Neoconcrestismo - foi um movimento artístico surgido no Rio de Janeiro em fins da década de 1950 como reação ao concretismo ortodoxo.

Os neoconcretistas procuravam novos caminhos dizendo que a arte não é um mero objeto: tem sensibilidade, expressividade, subjetividade, indo muito além do mero geometrismo puro. Eram contra as atitudes cientificistas e positivistas na arte. A recuperação das possibilidades criadoras do artista (não mais considerado um inventor de protótipos industriais) e a incorporação efetiva do observador (que ao tocar e manipular as obras torna-se parte delas) apresentam-se como tentativas de eliminar a tendência técnico-científica presente no concretismo.
O movimento neoconcreto nunca conseguiu impor-se totalmente fora do Rio de Janeiro, sendo largamente criticado pelos concretistas ortodoxos paulistas, partidários da autonomia da forma em detrimento da expressão e implicações simbólicas ou sentimentais



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segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Corredor Literário Volta a Paulista em 2009 *-*

O Corredor Literário acontecerá na Av. Paulista - "a mais paulista das avenidas" - de 26 de outubro a 1 de novembro. O evento, que deixou de acontecer em 2008, em 2007 levou cerca de 150 mil participantes a mais de 200 atividades no centro financeiro da capital paulista.


Este ano o Corredor Literário apresenta algumas novidades, com destaque especial para duas delas: a apresentação das bibliotecas públicas temáticas de São Paulo que serão instaladas nos espaços onde o evento será realizado, visando divulgar essas bibliotecas ao público; e a existência de um tema direcionando as atividades: "Encontre seu livro". O tema é inspirado na idéia de que cada leitor tem aquele livro que mexeu com ele, que fez a sua cabeça e o levou a entrar no universo da leitura. O Corredor este ano pretende levar aqueles que ainda não têm um livro desses a encontrá-lo. A programação vai contar com cerca de 55 artistas convidados e palestrantes, 1 escritor internacional e mais de 100 oficinas distribuídas por 15 espaços que comporão o circuito da trilha que se proporá a conduzir o participante a que "Encontre seu livro".

O Corredor Literário é uma realização do programa "São Paulo: Um Estado de Leitores", programa de incentivo à leitura e literatura, e é gerido pela POIESIS - Organização Social de Cultura, para a Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo.

Em 2007, participei como monitora voluntária nesse evento que infelizmente, por motivos que desconheço em 2008 não houve. No corredor você entra no universo mágico da leitura, e até que não gosta muito de ler acaba se redendo a essa magia. E o melhor a uma interação íncrivel com pessoas que curtem dos mais variados gênero literários. *-*


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domingo, 18 de outubro de 2009

Terraço Itália





O restaurante é sinônimo de bons negócios. Como prova disso, no horário do almoço, presenciamos executivos saboreando uma boa comida e tratando de seus negócios. Todavia, não são apenas esses encontros que delineiam o perfil de seu público.

Ao anoitecer casais apaixonados, famílias inteiras , pessoas de muito bom gosto, se reúnem e marcam presença na noite paulistana, brindando e festejando dentro de um clima de requinte e muita sofisticação.
Aceitar um pedido de casamento num ambiente como esse é um sonho...


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domingo, 30 de agosto de 2009

Encontro (Por Ana Miranda)

No dia em que nos conhecemos na casa de uma amiga na praia ela nos apresentou, Fulana, Fulano, e ele não disse nada, nem "Como vai", nem "Muito prazer", nem nada, não estendeu a mão e virou de costas para mim, puxou uma cadeira e sentou de costas para mim, todo mundo reparou, aquele silêncio, minha amiga ficou perplexa com a falta de educação, ela me tirou dali de trás dele, uma situação constrangedora, ela murmurou: "Ele é um sujeito temperamental". Não entendo seu comportamento. Nunca vi isso antes. Não consigo compreender, depois veio uma empregada da casa e ele levantou da cadeira e beijou a mão da empregada como se ela fosse uma condessa, e pensei: "Será que ele está querendo dizer que respeita os pobres e despreza os ricos?" Se for assim, está perdoado, não pude tirá-lo da cabeça; ele me hostilizou a tarde toda, e quanto mais ele me hostilizava mais eu o odiava e quanto mais o odiava mais pensava nele, era um mistério seu desprezo por mim, não fazia sentido, pensei nele até o fim da tarde; e fomos embora para nosso hotel; no carro ele conversou com o chofer e não disse uma só palavra para mim, nem se virou para trás uma só vez, apenas disse um "Adeus" seco quando saltei do carro, como se eu o incomodasse, e ele se despediu gentilmente dos outros convidados sorrindo e desapareceu, entrei disfarçando
as lágrimas e não pude tirá-lo da minha cabeça, de noite ouvi uma batida na porta do meu quarto no hotel e abri a porta pensando que era a arrumadeira ou o garçom, mas era ele, estava vestido de terno com uma flor na lapela, perfumado, os cabelos molhados, dessa vez ele estendeu a mão e me olhou nos olhos sem nenhum desprezo, o que me deixou ainda mais intrigada, e ele me convidou para jantarmos juntos, os outros haviam saído, éramos só nós dois no hotel, fazia sentido que jantássemos juntos, fomos caminhando até a praia, ele estava gentil, reverente, quase tímido, fazia perguntas e falava apenas de mim, sentamos no restaurante à beira da praia, ele pediu champanhe, fez um brinde. Ao nosso encontro, levantei sem esperar a comida e voltei sozinha para o hotel, caminhando pela praia, mas não conseguia tirá-lo da minha cabeça.


Ana Miranda nasceu em 1951 em Fortaleza, Ceará. Parte de sua infância e juventude passou em Brasília (1959/1969) morando no Rio de Janeiro desde então. Sua vida literária teve início em 1978 com a publicação de um livro de poesias. Seu primeiro romance, "Boca do Inferno", foi publicado em 1989, obra que já foi traduzida nos Estados Unidos, Inglaterra, França, Alemanha, Itália, Espanha, Suécia e Holanda, entre outros países. Recebeu o Prêmio Jabuti de Revelação em 1990 e o de Literatura em 2003. Escreve roteiros cinematográficos, ensaios e resenhas críticas para jornais e revistas, além de realizar palestras em universidades e outras instituições.
Texto extraído do livro "21 histórias de amor", Ed. Francisco Alves - Rio de Janeiro, 2002, pág. 135.

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quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Olimpiadas do Conhecimento - Etapa Estadual Mineira


Não foi Ouro, Mas...

Valeu a pena! \õ








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quinta-feira, 18 de junho de 2009

Ora que melhORA! ;)


"Posso entender o poder da oração

Quanta diferença faz a comunhão com o Pai

Não há som ou música que possam expressar

Que traga de Deus consolo, que envolva o coração

Renova as nossas forças, traz motivo e razão"


(Rm6)

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